Suzano consolidou ainda mais seu protagonismo político no Alto Tietê nesta quinta-feira (15/01). Em cerimônia realizada em Mogi das Cruzes, o prefeito Pedro Ishi tomou posse oficialmente como vice-presidente do Condemat+ (Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê e Região).
O evento, que reuniu o alto escalão da política paulista, marcou o início da gestão 2026 do consórcio, que agora passa a ser presidido pelo prefeito de Arujá, Luís Camargo.
Uma diretoria de peso
A nova cúpula do Condemat+ foi formada com o objetivo de fortalecer a voz da região junto ao governo estadual e federal. Confira como ficou a composição:
- Presidente: Luís Camargo (Arujá)
- Vice-presidente: Pedro Ishi (Suzano)
- Secretária: Priscila Gambale (Ferraz de Vasconcelos)
- 1º Tesoureiro: Saulo Souza (Poá)
- 2º Tesoureiro: Rodolfo Marcondes (Salesópolis)
O Conselho Fiscal também conta com nomes fortes, sendo presidido por Carlos Chinchilla (Santa Isabel) e composto por prefeitos de Igaratá, Mairiporã, Santa Branca e pela prefeita de Mogi das Cruzes, Mara Bertaiolli.
Apoio do Governador e foco em projetos
A presença do governador Tarcísio de Freitas no evento reforçou o papel estratégico do consórcio. Tarcísio destacou que o Condemat+ é essencial para “destravar projetos de escala regional” e garantir que os investimentos do Estado cheguem de forma estruturada às cidades.
O prefeito de Suzano, agora vice-presidente do bloco, celebrou o novo desafio:
“Suzano passa a ocupar um espaço ainda mais ativo nas decisões regionais. Nosso compromisso é alinhar prioridades para que os projetos gerem benefícios concretos para a população”, afirmou Pedro Ishi.
Autoridades presentes
Além dos prefeitos e do governador, o evento contou com:
- Gilberto Kassab (Secretário de Governo)
- André do Prado (Presidente da Alesp)
- Rodrigo Ashiuchi (Secretário do Verde e Meio Ambiente de SP)
- Secretários Estaduais de Saúde e Direitos da Pessoa com Deficiência.
O que é o Condemat+?
O consórcio é uma ferramenta de cooperação onde os prefeitos se unem para resolver problemas comuns, como saúde regional, infraestrutura viária e destinação de resíduos, permitindo que cidades menores tenham a mesma força de negociação que as grandes potências do Estado.
Créditos da foto: Wanderley Costa / Secop Suzano


