Dados da Avaliação de Fluência Leitora mostram queda de 46% nos níveis críticos; cidade agora tem mais de 3 mil pequenos leitores fluentes.
A educação de Itaquaquecetuba acaba de atingir uma marca histórica. Dados da recente Avaliação de Fluência Leitora, realizada pelo Governo do Estado, revelam que o município conseguiu reduzir em quase 50% o número de crianças que enfrentavam sérias dificuldades para ler.
O avanço foca nos alunos de aproximadamente 7 anos (2º ano do Ensino Fundamental), idade considerada crucial para a alfabetização. Em 2023, o cenário era preocupante: 2.423 estudantes ainda não haviam consolidado a leitura. No fechamento de 2025, esse número despencou para 1.306 alunos, uma redução exata de 46%.
Mais leitores fluentes nas escolas
A melhora na base refletiu diretamente no topo. Com menos crianças nos níveis críticos, a rede municipal viu crescer o número de pequenos “devoradores de livros”:
- Em 2025, dos 4.844 estudantes avaliados, 3.395 já são considerados leitores iniciantes ou fluentes.
- Isso representa um crescimento de 40% no total de leitores em comparação ao levantamento de dois anos atrás.
Foco na “Idade Certa”
Para a administração municipal, esse resultado é fruto de políticas de acompanhamento pedagógico contínuo e da meta de alfabetizar a criança na idade adequada, evitando que o atraso escolar se acumule nos anos seguintes.
O prefeito Eduardo Boigues (PL) destacou o impacto social da conquista:
“Investir na alfabetização é garantir oportunidades desde a infância. Quando a criança aprende a ler na idade adequada, todo o seu percurso escolar e de vida é impactado positivamente”, afirmou.
O secretário de Governo, Marcello Barbosa, completou reforçando que a gestão atua com metas definidas para transformar a realidade das crianças de Itaquá, transformando a sala de aula em um motor de mudança social.
Créditos de Informação: Secretaria de Educação / Itaquá Repórter. Crédito de Imagem: Dayane Oliveira.
Seu filho ou sobrinho está nessa fase de aprender a ler? Ver esses números subindo dá uma esperança enorme no futuro da nossa região, não é?


