Gestores de Mogi das Cruzes participam de curso sobre financiamento da educação básica. Saiba como a cidade planeja o uso de recursos para 45,5 mil alunos.
A Secretaria de Educação de Mogi das Cruzes promoveu, na última sexta-feira (06/03), um mergulho técnico nas engrenagens que sustentam o ensino municipal. Realizado no auditório do Cemforpe, o curso sobre Financiamento da Educação Básica Pública reuniu a linha de frente da gestão escolar para alinhar o planejamento e a aplicação responsável dos recursos públicos.
O encontro contou com a presença de diretores, vice-diretores, técnicos da pasta e membros de conselhos fundamentais, como o CME, o CACS-Fundeb e o Conselho de Alimentação Escolar. A vereadora Inês Paz, da Comissão de Educação da Câmara, também acompanhou a formação.
Uma Estrutura de Gigante
Para se ter uma ideia do desafio, a rede municipal de Mogi atende hoje 45,5 mil alunos e conta com uma força de trabalho de 3,7 mil servidores. A secretária de Educação, Claudia Romanos, reforçou que a responsabilidade fiscal é o que garante a continuidade das melhorias:
“A gestão da educação pública deve ser feita com planejamento e responsabilidade para que possamos atingir nosso objetivo: oferecer o que há de melhor para nossas crianças”, pontuou a secretária.
Especialista em Gestão e Captação
A formação foi conduzida por Leomir Araújo, uma das maiores referências no tema no Brasil. Com passagem pela coordenação do FNDE e atuação direta na operacionalização do Fundeb, Araújo trouxe sua experiência como mestre e doutorando em Administração Pública para orientar os gestores mogianos sobre como captar e executar recursos com máxima segurança jurídica e eficiência.
Araújo é autor de obras de referência na área, como o livro “100 respostas para captar e executar recursos com segurança e eficiência”, e coautor de publicações sobre conselhos sociais e gestão democrática.
Por que isso é importante?
Quando os gestores e conselheiros dominam as regras de financiamento, a cidade consegue:
- Captar mais recursos federais e estaduais;
- Evitar desperdícios ou problemas em auditorias;
- Priorizar investimentos que impactem diretamente o aprendizado dos estudantes.
Créditos:
- Foto: PMMC


