Ação conjunta entre a Prefeitura de Mogi das Cruzes e o DER/SP preserva banco de sementes e enriquece o solo da futura Unidade de Conservação.
Como parte do compromisso com o desenvolvimento sustentável e o cumprimento das diretrizes de licenciamento da nova Ponte da Volta Fria, a Prefeitura de Mogi das Cruzes estabeleceu uma parceria técnica com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER/SP) para dar uma destinação ecológica aos recursos naturais retirados durante as intervenções viárias.
O plano prevê a transferência controlada de matéria orgânica, troncos, galhos e da camada fértil do solo para a área pública do Vale das Pedras, espaço destinado à criação de uma Unidade de Conservação municipal. O objetivo central é resguardar o banco de germoplasma nativo, acelerando o reflorestamento e fortalecendo os nutrientes da terra.
Manejo técnico e transparência
Para assegurar a correta destinação dos recursos e esclarecer a dinâmica dos trabalhos no local, a Secretaria Municipal de Clima e Meio Ambiente destacou pontos essenciais da operação:
- Organização do terreno: A movimentação de maquinário pesado no Vale das Pedras tem como finalidade exclusiva preparar o solo para acolher adequadamente a biomassa.
- Proibição de resíduos civis: A pasta reforça que o espaço não funcionará como bota-fora de entulhos ou sobras da construção civil, mantendo o foco estrito no enriquecimento ecológico.
- Monitoramento contínuo: Equipes municipais e do órgão estadual acompanham cada etapa para assegurar total conformidade com as condicionantes ambientais vigentes.
Sobre a intervenção viária
A modernização do corredor viário da Estrada da Volta Fria contempla a construção de uma nova ponte, a instalação de rotatória e a remoção da antiga estrutura, com investimento aproximado de R$ 22 milhões. A via é uma ligação estratégica entre a Perimetral, a Avenida Guilherme Giorgi (em Jundiapeba) e a Estrada do Furuyama, facilitando o fluxo regional em direção a Suzano.
Crédito da foto: Divulgação / PMMC



