Com assistência neonatal especializada e recorde de exames preventivos no Outubro Rosa, rede municipal consolida avanços nos cuidados com a saúde da mulher.
A Maternidade e Hospital da Mulher e da Criança Leila Caran Costa, entregue à população em maio deste ano, alcançou um marco expressivo na saúde pública mogiana. Entre 1º de agosto e 29 de outubro de 2026, a unidade viabilizou 680 nascimentos, divididos em 321 procedimentos normais e 359 cesarianas, reforçando o acolhimento qualificado a mães e bebês.
No mesmo intervalo de noventa dias, o complexo hospitalar registrou 1.117 internações clínicas. A infraestrutura de alta complexidade prestou suporte direto a recém-nascidos que demandaram atenção contínua, somando 66 encaminhamentos para a UTI Neonatal e 27 acolhimentos na Unidade de Cuidados Intermediários (UCI).
A secretária municipal de Saúde e Bem-Estar, Rebeca Barufi, enfatizou que os dados refletem o preparo das equipes multidisciplinares e a humanização presente em todas as etapas, desde a recepção até a equipe de ginecologia e obstetrícia, categoria homenageada no fim do mês.
Balanço do Outubro Rosa
Paralelamente aos partos, Mogi intensificou a busca ativa e a prevenção do câncer feminino durante o Outubro Rosa. Ao todo, foram 1.751 exames mamários parciais computados, com 1.483 mamografias e 268 ultrassonografias.
A Carreta da Saúde da Mulher, alocada no Pró-Hiper, concentrou 731 procedimentos (463 mamografias e 268 ultrassons). Os diagnósticos preventivos também avançaram na Unica de Jundiapeba (520 mamografias) e na Santa Casa (1.000 mamografias).
A mobilização preventiva ainda capacitou 49 agentes de saúde e somou 2.128 coletas de Papanicolau nas unidades básicas. Iniciativas itinerantes, como o Mercadão Rosa, o Consultório de Rua e mutirões de sábado nas UBSs, ampliaram o acesso com consultas ginecológicas, vacinação e triagens para infecções sexualmente transmissíveis.
Crédito da foto: Divulgação / PMMC


