Por meio de dinâmicas lúdicas e jogos educativos, programa ambiental ensina alunos da rede municipal sobre tratamento de esgoto e preservação dos rios.
A formação ecológica nas salas de aula da rede municipal de Mogi das Cruzes ganhou um reforço prático com as oficinas do programa Educação Ambiental em Saneamento Básico. Fruto de uma integração entre o Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae) e a Secretaria Municipal de Educação, a iniciativa concluiu uma série de vivências pedagógicas focadas na importância do esgotamento sanitário e no uso responsável da água.
Os encontros envolveram turmas das escolas municipais Monteiro Lobato (Ponte Grande), Professor Henrique Peres (Vila Industrial) e do Cempre Professor José Limongi Sobrinho (Botujuru).
Para aproximar conceitos técnicos do universo infantil, a Comissão de Educação Ambiental da autarquia estruturou atividades dinâmicas. Entre elas, uma gincana de busca ativa fez com que os estudantes desvendassem as etapas operacionais de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) espalhadas pelos pátios escolares. Em outra dinâmica, uma releitura lúdica do jogo “o chão é lava” foi aplicada para ilustrar os prejuízos do descarte incorreto de lixo nas redes coletoras e a relação direta entre o saneamento, a saúde pública e a proteção dos rios.
Iniciado em 2024 na Escola Ambiental de Jundiapeba, o projeto expandiu seu alcance nos anos seguintes, consolidando temáticas como o ciclo hidrológico, a preservação do Rio Tietê, a drenagem urbana e o manejo de resíduos sólidos. Com abordagens interativas que incluem caça-palavras, quebra-cabeças e plantio de mudas, o programa consolida hábitos sustentáveis desde a infância, fortalecendo a consciência ecológica e o cuidado com a cidade.
Crédito da foto: Divulgação/Semae



