Cerca de cem estudantes da rede municipal participam de encontros educativos sobre empatia, convivência pacífica e combate à violência doméstica.
A Guarda Civil Municipal (GCM) de Suzano deu início a uma nova etapa do projeto “Maria Vai à Escola” na Escola Municipal Professora Ana Rita Gomes, no Jardim Margareth. Cerca de cem estudantes matriculados em quatro turmas do 5º ano participarão de um ciclo formativo composto por oito aulas dinâmicas, com formatura e entrega oficial de certificados previstas para o mês de dezembro.
A iniciativa, desenvolvida pela Patrulha Maria da Penha da Secretaria de Segurança Cidadã em cooperação com a Secretaria de Educação, visa orientar os jovens sobre cidadania, respeito mútuo, equidade de gênero e mecanismos de prevenção contra abusos. As palestras têm condução direta da agente Classe Distinta (CD) Jaqueline Ferreira, amparada pelas guardas municipais Maria Aparecida de Almeida e Maria Gilcélia Ferreira.
A abertura das atividades contou com o acompanhamento da primeira-dama Déborah Ishi, de lideranças pedagógicas do colégio e de profissionais do programa municipal “Prevenir a Violência Escolar”, integrando apoio psicológico e mediação educacional inclusiva. Desde que foi instituída no município, em 2022, a ação preventiva já certificou mais de 500 crianças em diferentes bairros da cidade.
O secretário municipal de Segurança Cidadã, Francisco Balbino, destacou a relevância de consolidar a cultura de paz nas primeiras fases do desenvolvimento infantil:
“A abordagem preventiva segue como o nosso alicerce mais eficaz contra qualquer tipo de violência. Dialogar diretamente com as crianças em sala de aula permite que reconheçam situações de risco e valorizem relações saudáveis dentro e fora do ambiente escolar.”
Para a secretária de Educação, Renata Priscila Magalhães, o projeto fortalece os valores socioculturais do ensino:
“A escola complementa a formação humanitária dos estudantes ao abrir canais de escuta e reflexão que extrapolam os conteúdos tradicionais.”
A primeira-dama Déborah Ishi reiterou o impacto duradouro do diálogo orientado:
“Promover rodas de conversa nessa idade ajuda na estruturação do caráter infantil. Oferecer segurança e esclarecimentos incentiva uma geração a crescer sob a perspectiva do respeito e da empatia coletiva.”
Créditos de foto: Luana Bergamini / Secop Suzano


