Mogi das Cruzes avança na implantação do Conselho Municipal LGBT+. Reunião entre Prefeitura e Fórum LGBT+ foca em políticas públicas e marcos legais. Saiba mais!
Nesta terça-feira (14/04), a Secretaria Municipal de Assistência Social recebeu representantes do Fórum Mogiano LGBT+ para dar continuidade às tratativas de implantação do Conselho Municipal. A iniciativa atende a uma diretriz da prefeita Mara Bertaiolli, que desde outubro vem intensificando os debates para garantir que Mogi das Cruzes tenha políticas públicas sólidas voltadas à diversidade.
Uma Demanda de 13 Anos
A criação deste conselho é vista como um marco institucional. Para o movimento social, representado por Gustavo Don, presidente do Fórum, a estruturação desse espaço é essencial para garantir que a voz da comunidade seja ouvida de forma oficial na gestão pública. Trata-se de uma luta de mais de uma década que agora encontra caminho para se concretizar.
A secretária de Assistência Social, Daniela Mariano, reforçou o compromisso da gestão com a transparência:
“Nosso foco é construir políticas que sejam, de fato, efetivas e estruturadas. Reafirmamos nosso compromisso com a inclusão e o respeito, mantendo um canal de diálogo sempre aberto com a sociedade civil”, afirmou a secretária.
Preparando o Terreno para Recursos
Durante a reunião, também foi discutida a participação da cidade em editais nacionais de fomento. A análise técnica apontou que, para Mogi ser competitiva e captar recursos externos, é fundamental organizar primeiro a “casa”. Isso inclui:
- Criação de Marcos Normativos: Leis e regulamentações que sustentem as políticas.
- Consolidação do Diagnóstico Local: Um estudo detalhado sobre a realidade da população LGBT+ em Mogi.
- Estruturação do Conselho: A base necessária para parcerias com o Governo Federal e Estadual.
Próximos Passos
O encaminhamento do encontro foca na organização institucional prévia. Com a base legal e o conselho estabelecidos, Mogi das Cruzes estará pronta para pleitear novos investimentos e parcerias, garantindo que o município não apenas promova a inclusão, mas também se torne referência na gestão de políticas de direitos humanos.
Créditos da foto: Divulgação/PMMC


