Evento reúne docentes da rede municipal para compartilhar práticas pedagógicas, apresentações culturais e discussões sobre memória e identidade.
O ecossistema educacional e cultural de Suzano ganha um novo momento de reflexão e integração neste fim de semana. O Anfiteatro Orlando Digenova, situado no Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi, sediará a jornada “Mesa de Partilha e Confluência – História de Casas e Quintais”, voltada exclusivamente aos educadores da rede pública municipal.
Organizado pela Secretaria Municipal de Educação, o fórum tem como foco central a troca de vivências em sala de aula, o aprimoramento técnico contínuo e a análise sobre como a linguagem artística se conecta com o território, a memória coletiva e o sentimento de pertencimento dos estudantes.
Programação técnica e intervenções artísticas
O encontro contará com um painel temático mediado pela supervisora de Arte da prefeitura, Francisca Lima (Xica Lima), acompanhada pelas educadoras convidadas Yasmin Maschio, Angela Uemura, Eliude Marques de Souza e Celia Kostaschuck. A mesa analisará os desdobramentos dos investimentos municipais na capacitação em serviço.
Para enriquecer a agenda de debates, a manhã terá momentos dedicados à apreciação cultural. A grade de apresentações inclui solo de violão clássico com Matheus do Val, performance de dança do ventre conduzida por Aline Messias, a intervenção “Sons que habitam a memória” com o Grupo Raízes e o encerramento musical sob a regência do Maestro Binho (Gleberson Santana).
Integração com a 2ª Mams
O simpósio integra a agenda oficial da 2ª Mostra de Arte Municipal de Suzano (Mams), que permanece aberta para visitação gratuita no Centro Cultural Colorado Monteiro Lobato até o encerramento do mês.
A exposição reúne 35 obras criadas por 70 alunos da rede e 52 adultos — entre professores e artistas convidados —, cujas produções foram inspiradas no pensamento do filósofo e poeta brasileiro Antônio Bispo dos Santos, o Nego Bispo.
A secretária municipal de Educação, Renata Priscila Magalhães, e a supervisora Francisca Lima ressaltaram que conectar a formação dos professores às exposições ativas potencializa o repertório sensível nas escolas e fortalece a identidade cultural do município.
Créditos das fotos: Divulgação / Secop Suzano


