O Casarão da Memória de Suzano reafirmou sua vocação como um dos principais eixos do turismo histórico do Alto Tietê no último sábado (28/03). O espaço abriu suas portas para uma comitiva de 46 integrantes da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (AFPESP), que escolheram o município para uma imersão cultural em busca das origens da região.
Recepção com Sotaque Caipira
A experiência dos visitantes começou com uma imersão sensorial. Recepcionados pela diretora do equipamento, Rita Paiva, os turistas foram brindados com uma apresentação exclusiva do cantor Ronnie Almeida, que trouxe o som da viola caipira para o pátio do casarão. O clima nostálgico foi complementado por um café da manhã típico, preparando o grupo para a jornada pelas sete salas temáticas do museu.
Viagem ao Tempo de Antônio Marques Figueira
Durante a monitoria guiada, a equipe técnica detalhou a importância do imóvel, que no passado foi a residência de Antônio Marques Figueira — figura central na fundação do povoado que viria a se tornar a Suzano de hoje. Os turistas puderam conferir:
- Iconografias raras: Fotos e documentos que registram a evolução urbana;
- Objetos históricos: Itens que pertenceram às primeiras famílias desbravadoras;
- Acervo documental: Reproduções que narram o desenvolvimento ferroviário e social da cidade.
Suzano na Rota Turística Estadual
A vinda de grupos organizados da capital paulista é vista pela administração municipal como uma validação da política de preservação do patrimônio. Para a diretora Rita Paiva, essas visitas são fundamentais para “valorizar a identidade local e projetar a história de Suzano para além das fronteiras do Alto Tietê”.
O secretário municipal de Cultura, José Luiz Spitti, reforçou que o Casarão da Memória consolidou sua posição nos roteiros especializados.
“Receber grupos como este mostra que o Casarão já é parada obrigatória para quem busca cultura. É uma forma acessível de apresentar nossas origens e fortalecer o turismo local”, pontuou o secretário.
O Casarão da Memória segue aberto ao público, funcionando como um guardião das tradições suzanenses e um convite permanente para quem deseja entender como uma pequena comunidade de trabalhadores se transformou em uma das potências industriais e culturais de São Paulo.
Créditos: Texto: Redação Fofoquei Mogi
Fotos: Juliana Claudino/Divulgação


